A luz solar não é indicada apenas para o tratamento dos casos mais simples de icterícia. Pelo contrário, os chamados banhos de sol são muito importantes para o bebê nos seus primeiros anos de vida porque essa é uma das principais fontes de vitamina D, substância fundamental para estimular o desenvolvimento ósseo e prevenir doenças como a asma, o diabetes tipo 1 e a obesidade.

A falta de vitamina D também pode causar osteoporose, infecções pulmonares, fraqueza muscular, baixa imunidade, doenças crônicas e obesidade. No entanto, ao site Guia do Bebê, o pediatra e neonatologista do Instituto Saúde Plena, Dr. Jorge Huberman, explicou que a deficiência dessa vitamina não é algo alarmante e que, com os devidos cuidados, pode ser facilmente controlada.

“O diagnóstico deve ser feito por meio do exame de sangue. Uma abordagem proativa de prevenção pode ajudar a evitar as doenças crônicas muito associadas com a deficiência. Milhares de reais podem ser economizados, simplesmente, à custa de uma caminhada sob o sol. Guarde os guarda-chuvas para os dias chuvosos”, conclui o pediatra.

Cerca de trinta minutos debaixo do sol já é suficiente para estimular e promover a vitamina no corpo, e claro, evitando sempre os horários mais quentes, entre 10h e 16 horas.

Além do sol, é possível adquirir a vitamina D por meio do suplemento profilático, que é obrigatório para bebês que mamam no peito a partir da primeira semana de vida. “Para os bebês que usam a formula, é necessário o acompanhamento de um pediatra. Ele irá verificar a quantidade da dose recebida e irá orientar sobre o consumo do suplemento”, afirma Huberman.

A alimentação também é uma aliada. As principais fontes são os peixes, como o bagre, a sardinha e o salmão. Eles contêm a gordura intrínseca, na qual a vitamina é solúvel. Porém, o alimento só irá suprir de 20% a 30% das necessidades diárias.

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