Existe a babá perfeita?

    Existe a babá perfeita? Não. Aliás, nenhum de nós, seres humanos, somos perfeitos. Porém cada ser tem seus atributos e potenciais que podem ser explorados e é isso o que se deve fazer para encontrar uma babá.

    Hoje são muitas as opções para as mães após o término da licença maternidade. E a babá é uma delas. A criança ficaria em seu ambiente de casa, tudo familiar sob os cuidados de uma pessoa contratada pela família. Entretanto, diante de inúmeros casos que vêm a tona na imprensa sobre maus tratos e falta de cuidado de babás em relação as crianças, muitas mães se sentem inseguras ao fazer essa opção.

    E segurança e confiança são dois aspectos fundamentais para contratar uma pessoa para olhar seu filho. Crianças são sensitivas e se você não demonstrar segurança e confiança nesta pessoa, a criança também não se sentirá bem. Entretanto, para todos se sentirem mais seguros, algumas coisas precisam ser levadas em consideração no momento de entrevistar uma pessoa que poderá ser sua babá. Logo de início, é fundamental observar a postura e a higiene da pessoa, pois estes são aspectos que envolvem não só a criança, mas também nos seus cuidados, sua alimentação, etc.

    Outra questão importante é observar se a maneira de se portar da pessoa se aproxima do modo como a família funciona. Afinal, a babá terá uma função educadora e servirá de exemplo para os pequenos. Por isso, é importante analisar seu vocabulário e a maneira de se expressar, o tom de voz, a disponibilidade e a boa vontade. Enquanto entrevistar uma possível candidata a vaga de babá, pergunte tudo, não tenha constrangimentos, pois só assim você terá parâmetros para comparar e deixar a sua escolha mais segura e sem arrependimentos.

    Hoje em dia existem cursos que formam babás e as deixam capacitadas para essa função. Normalmente, esses cursos tratam da higiene, cuidado e zelo do bebê/criança, maneiras de interagir, brincadeiras adequadas para cada faixa etária. Se aquela candidata que você sentir mais confiança não tiver alguma formação voltada para isto, você pode solicitar que ela faça.

    Depois de sua escolha, fique atenta (mas não neurótica) quanto ao comportamento do seu filho. Procure você dar o banho e analisar o corpo da criança. Mesmo sendo um bebê que ainda não fala, ele sabe sinalizar quando algo não vai bem. Mas não confunda mudanças de comportamento por causa do crescimento e amadurecimento da criança com mudanças de comportamento que querem dizer alguma coisa. E quem vai distinguir isso, é a sensibilidade e o instinto materno.

    Fonte.

    [sharethis-inline-buttons]