O passado pode ser educativo

    Ontem pela manhã me deparei com uma montagem no Facebook que dizia que a data para a qual Marty Mcfly, do filme De volta para o Futuro, viajou em 1985 para o futuro era exatamente a data de ontem. Não foi a primeira vez que vi esse tipo de mentira sendo divulgada na rede e eu sempre deixo um comentário corrigindo a data que é, na verdade, 21 de outubro de 2015. Estamos chegando lá, mas ainda não chegamos, e duvido que teremos skates voadores até lá, como no filme. Mas será uma data emblemática para muita gente.

    E vocês devem estar se perguntando aonde eu quero chegar com esse papo. Na verdade, fiz essa volta toda para explicar como eu acho importante compartilhar o passado com as crianças. Quem nasceu no século XXI não tem ideia de quem é Marty Mcfly, Ferris Buller e, pasmem, nunca viu os Goonies. Como passar pela infância sem assistir aos Goonies? Sim, eu sei, a realidade hoje é outra, e tem muita coisa sendo produzida para as crianças. Mas há filmes, desenhos, séries e novelas infantis que foram produzidas em 70, 80 e até nos anos 90 com um conteúdo espetacular e uma inocência rara de se ver hoje em dia.

    Então, minha dica de hoje é voltar ao passado e apresentar aos seus pequenos as maravilhas do século XX. E isso passa pelo cinema, TV, música e até mesmo objetos que já não fazem parte da nossa vida hoje em dia. Se você mostrar uma fita cassete para seu filho, ele saberá o que é? Isso é história, minha gente, e ensinar isso para os pimpolhos só tem a acrescentar na vida deles. Vejam o vídeo abaixo. Quando vi fiquei desapontada e decidi que meus filhos não passariam por esse mundo sem conhecer o que fez parte da vida dos seus pais e avós. E vocês, o que acham disso?